Clínica Dom Guanella

Bloqueio Caudal Com Auxílio De Ultrassom

Para os que sofrem de dor lombar crônica nem mais um dia de dor poder ser tolerado. Esta é a principal causa de afastamento e dias de trabalho perdidos no mundo todo. Grande parte disso se deve ao fato de a maioria dos trabalhadores exercer atividades pesadas e sem o devido respeito com as curvaturas da coluna como um todo. São anos a fio carregando grande quantidade de peso de forma inadequada o que gera um problema crônico e de difícil resolução na metade da vida.

 

Os brasileiros podem ser considerados como parte dos trabalhadores que chegam ao fim dos anos de trabalho já sem condições de produzir de forma adequada. Boa parte disso se deve ao fato que nossa população já inicia suas atividades desde cedo, ainda na infância ou adolescência, sempre de forma inadequada e com mais peso do que permitido. O fim dessa história é um paciente que chega ao consultório médico já com sua coluna bem degenerada principalmente quando comparado com alguém que exerceu atividade de escritório por exemplo.

 

Quando abordamos esses pacientes no consultório, devemos ter em mente que o problema maior, que é uma coluna já muito degenerada, não possui “cura” de forma geral, mas podemos oferecer uma grande gama de pequenos procedimentos que visam aliviar a dor e dar mais qualidade vide a esses pacientes, nem que seja para apenas cumprir o final de suas jornadas de trabalho até que sigam para aposentadoria definitiva.

 

Dentro desses métodos menos invasivos está o uso de bloqueios lombares minimamente invasivos. O menos invasivo e arriscado de todos sem dúvida é o bloqueio por auxilio do ultrassom. Esse método pode ser empregado na grande maioria dos casos e leva apenas alguns minutos. Uma pequena quantidade de medicamento é injetada através da coluna sacral e esse se espalha pela parte mais baixa da coluna lombar aliviando assim qualquer desconforto local que o paciente venha a sentir. O efeito pode durar por meses e pode ser utilizado por várias vezes até que a inflamação diminua ou que o paciente mude seu estilo de vida.

 

Saiba mais, agende uma consulto com o Neurocirurgião – Dr. Mateus Fanzoi – CRM 31.678

Enxaqueca tem tratamento sim!

Quase todo mundo já experimentou pelo menos uma vez na vida algum tipo de dor de cabeça. Esta pode se manifestar e ter as mais diversas características, mas sem dúvida a enxaqueca é a mais comum e a que mais gera incapacidade em números absolutos, só perde para dor lombar crônica nesse quesito.

A enxaqueca típica é aquela que geralmente tem preferência por um lado da cabeça e tem caráter pulsátil, latejante, aonde qualquer barulho ou luz mais forte pode causar bastante incomodo. Pode durar as vezes quase uma semana e exigir até remédios derivados de morfina para interromper as dores. Quem já algumas vez experimentou uma crise dessas sabe do que está descrito acima.

A grande questão no tratamento da enxaqueca é definir junto ao paciente o quanto as crises são frequentes e qual a sua intensidade. Nos casos mais simples ela pode ser controlada com medicamentos ministrados apenas quando ela se torna intensa, algumas vezes só com repouso. Já nos casos mais graves em intensidade e frequência a melhor opção é partir para u tratamento preventivo, este que pode envolver desde mudanças no estilo de vida, controlando os desencadeantes assim como uso de medicamentos ou aplicação de toxina botulínica em pontos selecionados.

A consulta com um especialista na área é de suma importância para descartar casos graves e até lesões neurológicas mais serias como tumores e aneurismas. De maneira geral um detalhado exame neurológico é o suficiente para definir o diagnóstico e iniciar o tratamento de acordo com cada paciente.

Dentre as mais recentes técnicas para tratamento preventivo da enxaqueca, está a aplicação de toxina botulínica em pontos musculares e em nervos específicos na região da face e crânio. Esta tem por objetivo reduzir as crises em intensidade e frequência, podendo em alguns casos selecionados chegar a mais de 80 por cento de remissão das dores. Nada mal para quem está acostumado a “conviver” com as dores diárias.

As aplicações podem ser feitas em caráter ambulatorial e não demoram mais do que vinte minutos. O desconforto é leve apenas em alguns pontos mais sensíveis, mas perfeitamente tolerados por todos os pacientes. A recomendação é que as aplicações sejam repetidas de tempos em tempos antes que as dores retornem e todo processo tenha de ser reiniciado. A boa notícia é que muitos pacientes podem até ficarem livres da doença de forma definitiva após dois anos de tratamento.

A opção é ótima para aqueles pacientes que por algum motivo falharam no tratamento com medicamentos ou simplesmente não querem fazer uso de medicamentos crônicos para alivio da dor ou conviver com seus possíveis efeitos colaterais. Mais informações e detalhes podem ser esclarecidos durante a consulta com o especialista em cefaleia.

 

Dr Mateus Franzoi CRM 31.678

Neurocirurgião

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