Clínica Dom Guanella

Pinhão pode ser incluído em um cardápio para o emagrecimento?

Consumido tradicionalmente nos meses de outono e inverno, o pinhão,
semente originária das araucárias, possui um excelente valor nutricional.
Dentre seus nutrientes podemos citar o cobre, magnésio, zinco, fósforo,
potássio, vitaminas do complexo B, vitamina E, vitamina K e gorduras
monoinsaturadas. Também é fonte de antioxidantes, substâncias que evitam o
envelhecimento.

Além disso, o pinhão auxilia no processo de emagrecimento, pois possui fibras
em sua composição e também uma substância chamada de ácido pinoleico,
que auxilia na saciedade através da liberação de um hormônio chamado
colecistoquinina (CCK). Mas, calma! Assim como ele pode auxiliar no processo de
perda de peso, o consumo exagerado pode ter o efeito inverso, por apresentar um
alto teor calórico (100g possui 197kcal). Sendo assim, o pinhão deve ser
introduzido como opção de lanches intermediários em pequenas porções  (aproximadamente  10 unidades) e não deve ser consumido como opção exclusiva
em refeições maiores (onde temos mias fome), pois iremos exagerar nas
quantidades. Seu consumo também pode ser introduzido em alguns preparos,
como por exemplo, em paçoca de pinhão (pinhão + carne), bolos, etc ou até
mesmo como opção de pré treino, por apresentar carboidratos complexos que
fornecem energia de forma lenta e constante durante a realização dos exercícios.

Vale citar também que devido ao seu elevado teor de fósforo e potássio seu
consumo não é indicado para pessoas com disfunção renal.

Outra dica é resfriar o pinhão antes de consumi-lo. Desta forma, conseguimos
aumentar a quantidade de amido resistente (tipo de carboidrato que não sofre
absorção intestinal).

Agora que você já conhece sobre o pinhão, consuma-o com moderação e curta o
outono/inverno!

 

Nutricionista Fernanda Santos – CRN2 – 10283

× Agendar Consulta por WhatsApp